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10 atitudes que aumentam as chances de acidente na estrada



Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


Colisão traseira: saiba como evitar uma das ocorrências mais comuns das estradas

Confira 10 atitudes que podem aumentar ainda mais as estatísticas de acidente nas rodovias.


10 - Objetos


Tentar alcançar objetos dentro do veículo enquanto dirige, acender cigarros e espantar insetos com o veículo em movimento é outro erro que pode causar acidente.

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Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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9 - Uso do celular


Atender, falar ou teclar ao telefone celular no veículo reduz a concentração do condutor. Mesmo utilizando o telefone no viva-voz, a percepção cairá.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.

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8 - Cansaço, fadiga e sono


O condutor deve descansar antes de pegar a estrada. O sono aliado ao cansaço é inimigo da direção.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.

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7 - Distância do veículo


É recomendável manter sempre uma distância segura de outros carros na via. A atitude pode prevenir uma colisão traseira e evitar acidentes.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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6 - Mudança de faixa


Mudar de faixa ou fazer manobras de forma brusca é esquecer que outras pessoas fazem parte do trânsito. O condutor deve utilizar as setas de sinalização e realizar a manobra com calma, deixando espaço para imprevistos.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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5 - Mão no volante


Dirigir com apenas uma das mãos é um hábito que muitas pessoas têm e não percebem, qualquer descuido pode levar à perda do controle do veículo.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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4- Emocional


Dirigir com perturbações emocionais, ansiedade, irritação ou medo. A sugestão é que o motorista fique concentrado na direção do veículo e evite pensar na solução dos problemas enquanto dirige.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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3 - Bebida alcoólica


O álcool diminui a percepção do perigo, retarda os reflexos, provoca sonolência e coloca em risco a vida do condutor e de outras pessoas no trânsito.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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2- Atenção


Dirigir sem prestar atenção nas características da estrada. Atenção nas curvas, larguras das vias, número de faixas, acostamento, tipos de pavimentação e lombadas na pista.

Entre os anos de 2007 e 2017 o número de acidentes diminuiu 30% nas rodovias federais, passando de 128.440 para 89.396. Pelo menos é o que relatou o estudo da CNT Transporte Rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura, com base nos resultados de Pesquisa CNT de Rodovias e dados secundários disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.

Do total de acidentes no período, 65,1% envolveu automóveis (41,9%) e motos (23,2%) totalizando 54.350 ocorrências, 10,3% caminhões (8.635), 4,6% bicicletas (3.868) e 2,9% ônibus (2.442).


Em relação ao tipo de acidente colisão aparece em primeiro lugar com 57,3%, saída de pista 14,5%, capotamento 11,8%, atropelamento 8,4% e queda de ocupante 7,6%. Um curiosidade é que a maioria dos acidentes, 61,9%, ocorrem em retas e apenas 17,1% em curvas.


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1- Revisão do veículo


Aquele pneu gasto pode ser um problema na hora da chuva. O mesmo vale para freios em más condições de funcionamento, lâmpadas queimadas, limpador de para-brisa com defeito, falta do espelho retrovisor, amortecedores vencidos, folga de direção e suspensão empenada.



Fonte: O Carreteiro


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